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10 vantagens de ter o seu próprio imóvel

04 de Novembro de 2021 por Jacques

Adquirir um imóvel próprio é um sonho da maioria dos brasileiros. Afinal, com o valor pago em aluguel, por exemplo, é possível quitar as prestações de um financiamento imobiliário.

E, caso você decida vender o apartamento depois de algum tempo, é possível recuperar o dinheiro investido. Quando se vive de aluguel, não há como recuperar essa quantia.

Então, se você possui condições financeiras para isso, a compra de um imóvel próprio oferece muito mais vantagens.

E para lhe inspirar, separamos alguns motivos e vantagens para você sair do aluguel e garantir sua independência.

Independência

Como já citamos, um ótimo motivo para comprar seu apartamento é que você e sua família terão um cantinho para chamar de seu.

Além de uma grande vantagem, a independência é essencial para você sentir-se confortável e feliz.

No seu apartamento, você vai organizar e viver da maneira que quiser. Afinal, é o seu lar.

Mais estabilidade

Quem vive de aluguel precisa lidar com o reajuste dessa pendência todo ano.

E essa instabilidade de valores faz com que muita gente perca um pouco o controle financeiro e acabe até mesmo no endividamento.

Por outro lado, as parcelas de um imóvel próprio são estabelecidas ainda na negociação. Assim, você consegue se planejar para pagá-las, sem nenhuma surpresa indesejada.

Economia

Morando em um condomínio, você conta com uma série de economias financeiras ao longo dos anos.

Isso porque a própria estrutura interna oferece opções de lazer. Atualmente, os condomínios contam com espaços como salões de festa, playgrounds e até mesmo academias.

Tudo isso representa uma folga no seu orçamento sem precisar abrir mão de atividades e momentos de bem-estar.

Construir patrimônio

Ao comprar seu primeiro imóvel, você vai começar a construção de um patrimônio somente seu.

Além disso, um imóvel é utilizado ao longo dos anos e chega até mesmo a durar gerações. Ou seja, seus filhos e netos poderão fazer uso dele também!

Uma opção de renda extra

O apartamento adquirido não precisa ser a sua moradia.

Se você decide colocá-lo para alugar, seu imóvel transforma-se em um potencial fonte de renda extra!

Seu lar do seu jeito

Quem paga aluguel sabe o quanto é difícil acostumar-se com uma casa que não é sua e sentir-se totalmente confortável nela.

Muitas vezes queremos mudar alguma coisa de que não gostamos, como a cor de uma parede ou a porta de um cômodo, mas não podemos. Por isso, viver em uma casa que tenha a sua cara não tem preço.

Maior segurança

Ao comprar um apartamento, você passa a contar com maior segurança, em todos os sentidos.

Em um imóvel alugado, a gente nunca sabe quando o proprietário pode mudar de ideia em relação ao encerramento do contrato.

Isso significa que, do dia para a noite, você e sua família podem ter que reorganizar tudo e se mudar. No entanto, em um imóvel próprio, não existe este tipo de preocupação.

Além disso, os condomínios oferecem todos os equipamentos de segurança para que você e sua família vivam tranquilamente. Por exemplo, câmeras de vigilância ao redor dos prédios e serviço de portaria.

Conforto e comodidade

Viver em condomínio também significa desfrutar dos benefícios de uma área de lazer que, além de agregar muito valor ao imóvel, também melhora a qualidade de vida.

Imagine poder relaxar depois de um dia estressante de trabalho, brincar com as crianças ou então fazer um churrasco com os vizinhos. Agora pense que você poderá fazer tudo isso sem precisar sair de casa!

Um investimento

Comprar um imóvel não só é uma das principais e mais importantes aquisições na vida de uma pessoa, mas também é um grande investimento!

Ao contrário de um carro, por exemplo, os apartamentos tendem a se valorizar mais a cada ano, graças ao crescimento e desenvolvimento da cidade onde o imóvel está localizado.

Ou seja, um apartamento próprio é sinônimo de investimento financeiro e solidificação de um patrimônio muito rentável.

Não resta dúvidas que garantir seu imóvel próprio só tem benefícios, não é?

Basta dar o primeiro passo para começar a conquistar o seu lar e ter um futuro garantido para você e sua família.

 

Consulte as nossas opções aqui e permita dar asas ao seu sonho!

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Mercado imobiliário prevê alta de mais de R$ 11 bilhões em vendas no Brasil neste ano

Mercado imobiliário prevê alta de mais de R$ 11 bilhões em vendas no Brasil neste ano

Valor Geral de Vendas (VGV) deve encerrar o ano em R$ 99 bilhões, crescimento de 12% em comparação com 2020, segundo estimativa da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) 

*Mylena Guedesda CNN 

Rio de Janeiro 

04/11/2021 às 05:46 | Atualizado 04/11/2021 às 18:29 

 

O mercado imobiliário sente cada vez mais a recuperação do setor e, em 2021, a projeção é de um crescimento de mais de 12% no Brasil em relação ao ano passado. De acordo com estimativa da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), o Valor Geral de Vendas (VGV) deve encerrar este ano em cerca de R$ 99 bilhões no país. 

Em 2020, o valor vendido ficou em aproximadamente R$ 88 bilhões. À CNN, Cláudio Hermolin, presidente da Ademi-Rio e do Sindicato da Construção Civil (Sinduscon-Rio), afirma que esse é um dos melhores indicadores do mercado já que mostra a quantidade de receita que pode ser gerada com os empreendimentos residenciais. Segundo ele, o avanço foi possível por conta de três principais fatores. 

“Apesar do recente aumento na taxa Selic, o crédito imobiliário segue baixo, historicamente falando. Além disso, mesmo na pandemia, 85% dos canteiros de obra ficaram em atividade no país. E, por fim, com a Covid-19, houve uma requalificação do morar. Vivemos uma crise sanitária, que exigiu que as pessoas ficassem em casa, fazendo com que o lar e, portanto, o mercado imobiliário, tivesse uma relevância maior”, explica o engenheiro. 

Ainda segundo a Ademi, a cidade do Rio deve representar cerca de 5% do VGV de todo o país. Dessa forma, a capital fluminense espera alcançar R$5 bilhões este ano em vendas de unidades residenciais, frente aos R$3,8 bi de 2020. 

“Comparado com 2020, o aumento no Rio será de mais de 30%. Apesar do avanço, não vamos chegar ainda ao patamar de glória, que ocorreu entre 2010 e 2013. Para se ter uma ideia, nesse período, o Rio conseguiu um valor de vendas de R$ 10 bilhões anuais”, explica o engenheiro. 

Hermolin destaca que São Paulo pode alcançar o recorde histórico e terminar o ano com um crescimento seis vezes maior do que o Rio. 

“A capital paulista pode chegar a um VGV de R$30 bilhões. O mercado imobiliário do Brasil, na verdade, sempre esteve mais concentrado em São Paulo, por conta da economia e do PIB. Na década de 80, por exemplo, o VGV de São Paulo chegou a ser em torno de oito vezes maior do que o da capital fluminense”, afirma o presidente da Ademi-Rio. 

Na última divulgação da Sondagem Indústria da Construção, realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) com apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), os dados também foram positivos. Em 2021, o setor da construção deverá registrar o maior crescimento nos últimos 10 anos. Isso porque a expectativa é de um crescimento de 5% no PIB (Produto Interno Bruto) do setor. 

Além disso, o nível de atividade médio da construção atingiu 50,4 pontos no terceiro trimestre desde ano, o melhor índice para o período desde 2010. 

Pelo quinto trimestre consecutivo, o principal problema do setor é o alto custo dos insumos e matéria-prima, ou a falta deles, de acordo com 54,2% dos empresários. Entretanto, nos últimos dois trimestres, a reclamação do setor por falta item registrou uma desaceleração gradativa, passando de 77,5 pontos para 75. 

*Sob supervisão de Helena Vieira 

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Casas sustentáveis: o que mudar desde a construção até a mobília

Casas sustentáveis: o que mudar desde a construção até a mobília 

Medidas para se encaminhar nesta direção são variadas e, às vezes, mais simples do que se espera. 

Priscila Mengue, O Estado de S.Paulo –21/09/2021 – 3 minutos de leitura 

                       Consumo, materiais, comportamento, espaço público e outros tantos fatores entram na discussão/Crédito: Getty Images 

Mudanças climáticas, crise hídrica, aumento na conta de energia, motivos não faltam para começar a pensar em uma forma de morar mais sustentável. As medidas para se encaminhar nesta direção são variadas e, às vezes, mais simples do que se espera. 

Uma maior adaptação ao ambiente é uma das peças fundamentais nesta questão, com o melhor aproveitamento dos recursos naturais, da incidência solar ao vento. A prioridade de materiais de menor impacto, recicláveis e reutilizados/reutilizáveis também vai do projeto à mobília. 

 

Em casa 

A vegetação exerce um papel até mesmo dentro das edificações/Crédito: Getty Images 

Adaptações aliam sustentabilidade e conforto térmico em ambientes residenciais: 

IluminaçãoLâmpadas mais eficientes, como as de LED, gastam menos energia no período noturno.
Ventilação cruzada: Janelas em lados opostos permitem melhor circulação do ar.
Vegetação: Presença de plantas dentro e fora da residência ajudam conter o aquecimento.
Movéis: Opções de materiais reutilizados evitam maior geração de lixo. 

Um termo relacionado ao assunto e que tem sido difundido nos últimos anos é o “greenwashing” (“lavagem verde”, em inglês). Ele significa dar a aparência de algo sustentável para algo que não o é. Além disso, também há propagação de soluções que, por vezes, não são as mais adequadas. 

O consultor ambiental Luiz Henrique Ferreira, CEO da Inovatech Engenharia, dá um exemplo prático: implantar um sistema de irrigação do jardim com água de reúso. A medida pode ser, sim, sustentável, porém teria ainda menor impacto e praticidade se as plantas fossem adaptadas ao ambiente e precisassem de pouco ou nenhum tratamento automatizado. 

“Uma grama esmeralda consome muito mais água que uma grama amendoim, assim como uma jabuticabeira consome muito mais que um limoeiro”, compara. 

O caso também demonstra que a avaliação das características do ambiente é um ponto fundamental neste tema, a fim de obter maior eficiência e reduzir a necessidade de manutenções e novos investimentos. “Percebo que ainda há uma falta de conhecimento muito grande sobre o tema”, comenta. “Não existe receita de bolo, cada projeto é um projeto.” 

Ferreira comenta que alguns recursos tecnológicos podem contribuir em projetos, como a internet das coisas para o monitoramento de vazamentos, por exemplo, porém não são essenciais. “Confundir sustentabilidade com tecnologia também é um exagero, ela ajuda. Assim como a cor da fachada pode gerar um passivo de consumo de energia para a climatização.” 

Professora do Instituto Federal Fluminense, a arquiteta Paolla Clayr considera ainda haver uma visão de que a sustentabilidade é algo difícil de ser aplicado na prática, distante. Ela aponta que o primeiro aspecto é enxergar uma construção como um ecossistema, interligado às características de onde está, climáticas, de solo, de vizinhança, etc. 

Utilizar o sol e o vento a favor 

A incidência solar, o vento, a incidência de chuva, o relevo e outros são elementos que podem ser utilizados a favor da sustentabilidade, destaca a arquiteta Paolla Clayr. Na pandemia, por exemplo, a contribuição da ventilação cruzada (que atravessa ambientes) ficou evidente por dificultar a disseminação da covid-19, mas também pode contribuir na troca de calor. 

 

Confira o conteúdo completo em:
https://sustentabilidade.estadao.com.br/noticias/geral,casas-sustentaveis-o-que-mudar-desde-a-construcao-ate-a-mobilia,70003846012